tranilciprominaO que é?

É um medicamento antidepressivo do tipo IMAO irreversível.

Nomes comerciais

PARNATE® (ENILA)
Tubos com 20 drágeas de Sulfato de Tranilcipromina 10 mg.

STELAPAR® (ENILA)

Nº 1: Cada drágea de Stelapar No.1 contém: Tranilcipromina 10 mg.
+ Dicloridrato de trifluoperazina 1 ml.

Nº 2 contém: Tranilcipromina 10 mg.
+ Dicloridrato de trifluoperazina 2 mg.

Como age?

Inibe a monoaminoxidase (MAO), enzima envolvida no metabolismo da serotonina e dos neurotransmissores catecolaminérgicos, tais como epinefrina, norepinefrina e dopamina. É um inibidor da MAO não seletivo, que se une de forma irreversível a esta enzima. A atividade MAO reduzida produz um aumento da concentração destes neurotransmissores nos locais de armazenamento em todo o SNC ou no sistema nervoso simpático.

A Tranilcipromina é bem absorvida no trato gastrintestinal. Metaboliza-se por oxidação no fígado de forma rápida. É eliminado por via renal e biliar.

Indicações

Depressao, Fobia Social

Principais efeitos colaterais

Cefaléia, boca seca, prisão de ventre, inquietação, enjôos, visão turva, sonolência, dificuldade de urinar.

Considerações importantes

Não se deve misturar em hipótese alguma o Tranilcipromina com qualquer inibidor da recaptação da serotonina, como o Pondera, Fluoxetina, Venlafaxina e outros.

Dose
Adultos: 30mg/dia, com aumentos de 10mg diários em intervalos de 1 a 3 semanas, conforme a necessidade e tolerância, até 60mg/dia. Dose de manutenção: 10 a 20mg/dia. Dose máxima: até 60mg/dia. Não se recomenda sua administração em menores de 16 anos.

Precauções
É importante evitar bebidas alcoólicas e com cafeína. Ao produzir sonolência deve-se ter precaução ao dirigir veículo ou realizar trabalhos que requeiram estado de atenção. Controlar a glicemia e glicosúria em pacientes diabéticos, dado que os resultados podem estar diminuídos. Não se recomenda sua administração em menores de 16 anos, já que pode produzir atraso no crescimento.

Contra-indicações
Disfunção hepática grave. Feocromocitoma. Disfunção renal. A relação risco-benefício deve ser avaliada na presença de alcoolismo ativo ou tratado, asma ou bronquite, arritmias cardíacas, enfermidade cerebrovascular, epilepsia, diabetes mellitus, hipertensão, hipertireoidismo, esquizofrenia paranóide, Mal de Parkinson e disfunção renal e hepática.

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