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	<title>Depressão.NET - Toda informação sobre depressão em um só lugar!</title>
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		<title>Depressão: 10 Perguntas e Respostas Sobre a Doença</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[1) O que é depressão? A depressão é uma doença complexa que afeta corpo e mente e manifesta-se por sintomas emocionais e físicos. Segundo levantamento da OMS, a depressão maior unipolar afeta cerca de 50 milhões de pessoas no mundo todo, sendo considerada a primeira causa de incapacidade entre todos os problemas de saúde. 2) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-356" title="depressao_perguntas" src="http://www.depressao.net/wp-content/uploads/2010/06/depressao_perguntas-150x150.jpg" alt="depressao_perguntas" width="150" height="150" />1) O que é depressão?</p>
<p>A depressão é uma doença complexa que afeta corpo e mente e manifesta-se por sintomas emocionais e físicos.</p>
<p>Segundo levantamento da OMS, a depressão maior unipolar afeta cerca de 50 milhões de pessoas no mundo todo, sendo considerada a primeira causa de incapacidade entre todos os problemas de saúde.</p>
<p>2) Tristeza é sinônimo de depressão?</p>
<p>Não. Tristeza isolada não é depressão, apenas um sentimento universal, assim com ansiedade. Logo, não é necessariamente patológico, fazendo parte da experiência psíquica normal.</p>
<p>A maioria dos casos de tristeza desaparece rapidamente e não nos impede de encontrar prazer. O componente chave da depressão é que o sentimento generalizado de tristeza existe na maioria dos dias por um período de duas semanas.</p>
<p><span id="more-355"></span></p>
<p>3) Quais são as causas da depressão?</p>
<p>As causas da depressão ainda são desconhecidas. A teoria neuroquímica é a mais aceita e sugere que uma disfunção no sistema nervoso central é a responsável pela doença. Já outros acreditam que todos os transtornos mentais são causados por uma complexa interação e combinação de fatores biológicos, psicológicos e sociais.</p>
<p>4) Quais são os principais sintomas?</p>
<p>Sintomas emocionais: tristeza, perda de interesse, ansiedade, angústia, desesperança, estresse, culpa, perda da libido, dificuldade de raciocínio, indecisão, baixa auto-estima, alterações no sono, ideação suicida, entre outros;</p>
<p>Sintomas físicos: baixa energia, alterações no sono, dores inexplicáveis pelo corpo (sem causa clínica definida), dor de cabeça, alterações no apetite, alterações gastrintestinais, alterações psicomotoras, entre outras.</p>
<p>Alterações ideativas: pessimismo, arrependimento, culpa.</p>
<p>Sintomas psicóticos: delírios e alucinações.</p>
<p>5) Quais sinais comprovam um quadro de depressão?<em><br />
</em><br />
Para o indivíduo ser diagnosticado como deprimido, deve reunir pelo menos cinco dos sintomas acima, com duração mínima de duas semanas.</p>
<p>6) Ao notar os sintomas, qual profissional de saúde devo procurar?</p>
<p>Um psiquiatra.</p>
<p>7) Todas as pessoas estão sujeitas a ter depressão?</p>
<p>Sim, porque existem diferentes motivos que predispõem à doença:</p>
<p>· fator genético &#8211; história familiar de depressão;</p>
<p>· estresse crônico &#8211; situações repetidas de estresse;</p>
<p>· perdas parentais precoces &#8211; morte de um dos genitores na infância;</p>
<p>· história de qualquer tipo de abuso na infância;</p>
<p>Cerca de 17,5% da população apresentará pelo menos um episódio depressivo ao longo da vida.</p>
<p>8 )  Há uma faixa etária mais vulnerável à doença?<em><br />
</em><br />
Sim, entre 20 e 40 anos de idade. Mas é importante dizer que a doença pode se iniciar em qualquer faixa etária, da infância à terceira idade.</p>
<p>9)  Qual o melhor tratamento?</p>
<p>N maioria dos casos a doença deve ser tratada através de psicoterapia e do uso de antidepressivo. O tratamento depende da intensidade e duração dos sintomas.</p>
<p>10) A depressão tem cura?</p>
<p>O objetivo central do tratamento da depressão é a remissão (melhora completa da sintomatologia depressiva). Como grande parte das doenças, há sempre um risco de, mesmo tratado corretamente, o paciente apresentar recaída no futuro (cerca de 80% das pessoas que apresentaram um episódio depressivo devem apresentar um ou mais episódios adicionais). A depressão, portanto, é, na maioria das vezes, uma doença crônica, assim como diabetes e hipertensão. Quando tratada adequadamente, o paciente leva uma vida absolutamente normal.</p>
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		<title>Tranilcipromina</title>
		<link>http://www.depressao.net/tranilcipromina.html</link>
		<comments>http://www.depressao.net/tranilcipromina.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é? É um medicamento antidepressivo do tipo IMAO irreversível. Nomes comerciais PARNATE® (ENILA) Tubos com 20 drágeas de Sulfato de Tranilcipromina 10 mg. STELAPAR® (ENILA) Nº 1: Cada drágea de Stelapar No.1 contém: Tranilcipromina 10 mg. + Dicloridrato de trifluoperazina 1 ml. Nº 2 contém: Tranilcipromina 10 mg. + Dicloridrato de trifluoperazina 2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-353" title="tranilcipromina" src="http://www.depressao.net/wp-content/uploads/2010/06/tranilcipromina-150x150.jpg" alt="tranilcipromina" width="150" height="150" />O que é?</em></p>
<p>É um medicamento antidepressivo do tipo IMAO<a title="Inibidor da monoamina oxidase" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inibidor_da_monoamina_oxidase"></a> irreversível.</p>
<p><em>Nomes comerciais</em></p>
<p><strong>PARNATE® </strong>(ENILA)<br />
Tubos com 20 drágeas de Sulfato de Tranilcipromina 10 mg.</p>
<p><strong>STELAPAR®</strong> (ENILA)</p>
<p><strong>Nº 1</strong>: Cada drágea de Stelapar No.1 contém: Tranilcipromina 10 mg.<br />
+ Dicloridrato de trifluoperazina 1 ml.</p>
<p><strong>Nº 2</strong> contém: Tranilcipromina 10 mg.<br />
+ Dicloridrato de trifluoperazina 2 mg.</p>
<p><span id="more-352"></span></p>
<p><em>Como age?</em></p>
<p>Inibe a monoaminoxidase (MAO), enzima envolvida no metabolismo da serotonina e dos neurotransmissores catecolaminérgicos, tais como epinefrina, norepinefrina e dopamina. É um inibidor da MAO não seletivo, que se une de forma irreversível a esta enzima. A atividade MAO reduzida produz um aumento da concentração destes neurotransmissores nos locais de armazenamento em todo o SNC ou no sistema nervoso simpático.</p>
<p>A Tranilcipromina é bem absorvida no trato gastrintestinal. Metaboliza-se por oxidação no fígado de forma rápida. É eliminado por via renal e biliar.</p>
<p><em>Indicações<br />
</em><br />
Depressao, Fobia Social<em><br />
</em></p>
<p><em>Principais efeitos colaterais</em></p>
<p>Cefaléia, boca seca, prisão de ventre, inquietação, enjôos, visão turva, sonolência, dificuldade de urinar.</p>
<p><em>Considerações importantes</em></p>
<p>Não se deve misturar em hipótese alguma o <strong>Tranilcipromina</strong> com qualquer inibidor da recaptação da serotonina, como o Pondera, Fluoxetina, Venlafaxina e outros.<em></em></p>
<p><em>Dose</em><br />
Adultos: 30mg/dia, com aumentos de 10mg diários em intervalos de 1 a 3 semanas, conforme a necessidade e tolerância, até 60mg/dia. Dose de manutenção: 10 a 20mg/dia. Dose máxima: até 60mg/dia. Não se recomenda sua administração em menores de 16 anos.</p>
<p><em>Precauções</em><br />
É importante evitar bebidas alcoólicas e com cafeína. Ao produzir sonolência deve-se ter precaução ao dirigir veículo ou realizar trabalhos que requeiram estado de atenção. Controlar a glicemia e glicosúria em pacientes diabéticos, dado que os resultados podem estar diminuídos. Não se recomenda sua administração em menores de 16 anos, já que pode produzir atraso no crescimento.</p>
<p><em>Contra-indicações</em><br />
Disfunção hepática grave. Feocromocitoma. Disfunção renal. A relação risco-benefício deve ser avaliada na presença de alcoolismo ativo ou tratado, asma ou bronquite, arritmias cardíacas, enfermidade cerebrovascular, epilepsia, diabetes mellitus, hipertensão, hipertireoidismo, esquizofrenia paranóide, Mal de Parkinson e disfunção renal e hepática.</p>
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		<title>Amitriptilina</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é? É um antidepressivo mais potente no bloqueio da serotonina. Nomes comerciais TRYPTANOL® &#8211; (PRODOME) Composição:Cada comprimido contém: cloridrato de amitriptilina 25mg ou 75mg. Apresentações:Comp. c/2 bl. de 10. AMITRIPTILINA® &#8211; (BASF GENERIX) Composição:Cada comprimido contém: cloridrato de amitriptilina 25mg. Apresentações:Comp. emb. c/20 de 25mg. AMYTRIL® - (CRISTÁLIA) Composição:Cada comprimido contém: cloridrato de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-350" title="amitriptilina" src="http://www.depressao.net/wp-content/uploads/2010/06/amitriptilina-150x150.jpg" alt="amitriptilina" width="150" height="150" />O que é?</em></p>
<p>É um antidepressivo mais potente no bloqueio da serotonina.</p>
<p><em>Nomes comerciais</em></p>
<p>TRYPTANOL® &#8211; (PRODOME)<br />
Composição:Cada comprimido contém: cloridrato de amitriptilina 25mg ou 75mg.<br />
Apresentações:Comp. c/2 bl. de 10.<br />
AMITRIPTILINA® &#8211; (BASF GENERIX)<br />
Composição:Cada comprimido contém: cloridrato de amitriptilina 25mg.<br />
Apresentações:Comp. emb. c/20 de 25mg.<br />
AMYTRIL®<strong> </strong>- (CRISTÁLIA)<br />
Composição:Cada comprimido contém: cloridrato de amitriptilina 25mg.<br />
Apresentações:Comp. env. c/10 e bl. c/20.</p>
<p><span id="more-349"></span></p>
<p><em>Como funciona?</em></p>
<p>Calcula-se que a ação antidepressiva se relaciona melhor com as mudanças nas características dos receptores, produzidos pela administração crônica dos antidepressivos tricíclicos, que com o bloqueio da recaptação dos neurotransmissores; isto explica o atraso de 2 a 4 semanas na resposta terapêutica.</p>
<p>Também aparecem importantes efeitos antimuscarínicos periféricos e centrais devido a sua potente e alta afinidade de união aos receptores muscarínicos; efeitos sedantes por sua grande afinidade de união pelos receptores H1 dahistamina e possíveis efeitos depressores miocárdicos semelhantes aos produzidos pela quinidina.</p>
<p>É bem e rapidamente absorvida por via oral. Metaboliza-se exclusivamente no fígado e seu metabólito ativo é a nortriptilina. A união a proteínas é elevada no plasma e em tecidos (96%). A eliminação é principalmente renal, durante vários dias, e não é dializável por sua alta união às proteínas. Sua meia-vida é de 10 a 50 horas. É um dos antidepressivos tricíclicos com maior efeito sedante.</p>
<p><em>Indicações</em><br />
Síndrome depressiva maior, doença maníaco-depressiva, distúrbios depressivos na psicose. Estados de ansiedade associados com depressão. Depressão com sinais vegetativos. Dor neurogênica: em dose de até 100mg/dia em dor crônica grave.</p>
<p><em>Dose</em><br />
Deve ser individualizada para cada paciente. Embora com a dose inicial se possa produzir uma ação sedante, são necessárias de 1 a 6 semanas de tratamento para se obter a resposta antidepressiva desejada. No tratamento de manutenção, a dose diária pode ser reduzida para, em geral, 1 só dose ao deitar, durante 6 meses a 1 ano. Em pacientes de idade avançada, adolescentes ou pacientes com doença cardiovascular é preferível fracionar a dose.</p>
<p>Dose usual para adultos: oral, inicialmente 25mg, 2 a 4 vezes ao dia, ajustando logo a dosagem. Dose máxima em pacientes ambulatoriais: até 150mg/dia. Hospitalizados: até 300mg/dia. De idade avançada: até 100mg/dia. Em adolescentes, inicialmente 10mg, 3 vezes ao dia e 20mg ao deitar, ajustando logo a dose, até um máximo de 100mg/dia. Doses geriátricas usuais: inicialmente 25mg ao deitar, ajustando a dose até um máximo de 10mg 3 vezes ao dia e 20mg ao deitar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>Efeitos colaterais</em><br />
Visão turva, movimentos de mastigação, sucção, linguais; movimentos incontrolados das pernas ou braços; confusão, delírio, alucinações. Constipação, principalmente em idosos. Dificuldade ao falar ou engolir. Nervosismo. Agitação. Rigidez muscular. Fotossensibilidade. Crises convulsivas. Sudorese excessiva. Pirose. Vômitos.</p>
<p><em>Precauções</em><strong><br />
</strong>Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas. É possível que se apresente sonolência, portanto é necessário ter cuidado ao dirigir. A possível secura da boca implicará o uso de um substituto da saliva para o alívio. Não suspender a medicação de forma brusca. Não se recomenda seu uso em menores de 12 anos.</p>
<p><em>Contra-indicações</em><br />
Pacientes em período de recuperação imediato a infarto do miocárdio. Deverá ser avaliada a relação risco-benefício na presença de alcoolismo ativo ou tratado, asma, síndrome maníaco-depressiva ou bipolar, distúrbios hemáticos, alterações cardiovasculares, principalmente em idosos e crianças, glaucoma, disfunção hepática ou renal, hipertireoidismo, esquizofrenia, crises convulsivas, retenção urinária.</p>
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		<title>Paroxetina</title>
		<link>http://www.depressao.net/paroxetina.html</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é? É um potente antidepressivo inibidor seletivo da recaptação da serotonina. Nomes comerciais AROPAX® &#8211; (SMITHKLINE) Composição: Cada comprimido contém cloridrato de paroxetina 20mg BENEPAX® &#8211; (APSEN) Composição: Cada comprimido revestido do produto contém cloridrato de paroxetina 20mg CEBRILIN® &#8211; (LIBBS) Composição: Cada comprimido revestido do produto contém cloridrato de paroxetina 20mg PONDERA® [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-346" title="paroxetina" src="http://www.depressao.net/wp-content/uploads/2010/06/paroxetina-150x150.jpg" alt="paroxetina" width="150" height="150" />O que é?</em></p>
<p>É um potente antidepressivo inibidor seletivo da recaptação da serotonina.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Nomes comerciais</em></p>
<p><strong>AROPAX®</strong> &#8211; (SMITHKLINE)<br />
Composição: Cada comprimido contém cloridrato de paroxetina 20mg</p>
<p><strong>BENEPAX®</strong> &#8211; (APSEN)<br />
Composição: Cada comprimido revestido do produto contém cloridrato de paroxetina 20mg</p>
<p><strong>CEBRILIN®</strong> &#8211; (LIBBS)<br />
Composição: Cada comprimido revestido do produto contém cloridrato de paroxetina 20mg</p>
<p><strong>PONDERA®</strong> &#8211; (EUROFARMA)<br />
Composição: Cada comprimido revestido do produto contém cloridrato de paroxetina 20mg</p>
<p><span id="more-345"></span></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Como age?</em></p>
<p>Presume-se que a ação antidepressiva da paroxetina é devida ao aumento do estímulo serotoninérgico no SNC, ocorrido a partir da inibição da recaptação da serotonina pelos neurônios. <em> </em></p>
<p>A paroxetina é completamente absorvida após a sua administração oral, é metabolizada rapidamente para dar origem a metabólitos cinqüenta vezes menos potentes, que em sua maior parte são polares (predominam glicurônidos e sulfatos) que se eliminam rapidamente. Um dos passos na sua biotransformação depende de uma enzima facilmente saturável, o que dá como resultado uma falta de linearidade na farmacocinética do fármaco.</p>
<p><em>Indicações</em><br />
Síndromes depressivas com melancolia. Episódios depressivos maiores ou severos. Depressão recorrente. Distimias. Transtorno obessivo-compulsivo. Usos adicionais, como terapia única ou como coadjuvante no tratamento da neuropatia diabética e da dor de cabeça tensional crônica. Transtornos alimentares.</p>
<p><em>Dose</em><br />
A dose inicial recomendada é de 20mg por dia em uma única tomada matinal. Pode ser incrementada de 10 em 10mg até chegar a 50mg por dia, de acordo com a resposta do paciente. Idosos: a dose inicial deve ser de 20mg diários.</p>
<p><em>Efeitos colaterais</em><br />
Dor de cabeça, astenia, dor abdominal, palpitação, vasodilatação, sudoração, tonturas, sonolência, insônia, agitação, tremores, ansiedade, náuseas, vômitos, boca seca, alterações na ejaculação.</p>
<p><em>Precauções</em><br />
Não é recomendável o uso em  crianças. O paciente que recebe paroxetina não deve operar maquinaria pesada nem dirigir automóveis.</p>
<p><em>Contra-indicações</em><br />
Uso simultâneo com IMAO. Hipersensibilidade ao fármaco. Insuficiência renal severa. Crianças. Lactação. Gravidez.</p>
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		<title>Fluoxetina</title>
		<link>http://www.depressao.net/fluoxetina.html</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é? A Fluoxetina é um inibidor seletivo da captação da serotonina no nível do córtex cerebral, neurônios serotoninérgicos e das plaquetas. Não inibe a captação de outros neurotransmissores, não tendo afinidade pelos receptores adrenérgicos, muscarínicos, colinérgicos, H1-histamínicos, serotonínicos ou dopamínicos. Indicações Transtornos depressivos. Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Dose Variam de 20 a 40mg/dia. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-341" title="fluoxetina" src="http://www.depressao.net/wp-content/uploads/2010/06/fluoxetina-150x150.jpg" alt="fluoxetina" width="150" height="150" />O que é?</em></p>
<p>A Fluoxetina é um inibidor seletivo da captação da serotonina no nível do córtex cerebral, neurônios serotoninérgicos e das plaquetas. Não inibe a captação de outros neurotransmissores, não tendo afinidade pelos receptores adrenérgicos, muscarínicos, colinérgicos, H1-histamínicos, serotonínicos ou dopamínicos.</p>
<p><em>Indicações</em><strong><br />
</strong>Transtornos depressivos. Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).</p>
<p><em>Dose</em><strong><br />
</strong>Variam de 20 a 40mg/dia. A dose de 20mg/dia administrada pela manhã é recomendada como dose inicial.</p>
<p><span id="more-340"></span></p>
<p><em>Contra-indicações</em><strong><br />
</strong>Hipersensibilidade à droga, gravidez e lactação.</p>
<p><em>Reações adversas</em><strong><br />
</strong>Ansiedade, nervosismo, insônia, sonolência, fadiga, astenia, tremor e problemas gastrintestinais, incluindo anorexia, náuseas e diarréia.</p>
<p><em>Superdose</em><strong><br />
</strong>A conduta inicial é de provocar emese e lavagem gástrica ou administrar carvão ativado com sorbitol. Instituir adequada ventilação e oxigenação. A função cardíaca e os sinais vitais devem ser monitorizados. Não há antídoto específico para a fluoxetina, que não é dialisável.</p>
<p><em>Nomes comerciais</em></p>
<p><strong>DAFORIN® &#8211; (NOVAQUIMICA-SIGMA)<br />
</strong>Composição: Cada cápsula contém cloridrato de fluoxetina 20mg. Cada ml da solução oral contém cloridrato de fluoxetina 20mg</p>
<p><strong>DEPRAX® &#8211; (ACHÉ)<br />
</strong>Composição: Cada cápsula contém cloridrato de fluoxetina 20mg</p>
<p><strong>EUFOR 20® &#8211; (FARMASA)<br />
</strong>Composição: Cada comprimido contém fluoxetina 20mg</p>
<p><strong>FLUXENE® &#8211; (EUROFARMA)<br />
</strong>Composição: Cada cápsula contém cloridrato de fluoxetina 20mg.</p>
<p><strong>NORTEC® &#8211; (ATIVUS)<br />
</strong>Composição: Cada comprimido revestido contém cloridrato de fluoxetina 10mg e 20mg</p>
<p><strong>PROZAC® &#8211; (ELI LILLY)<br />
</strong>Composição: Cada cápsula contém fluoxetina20mg. Cada 5ml de líquido contém cloridrato de fluoxetina 20mg.</p>
<p><strong>VEROTINA® &#8211; (LIBBS)<br />
</strong>Composição: Cada comprimido contém cloridrato de fluoxetina 20mg</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Citalopram</title>
		<link>http://www.depressao.net/citalopram.html</link>
		<comments>http://www.depressao.net/citalopram.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é? Citalopram é um antidepressivo que inibe a recaptação de serotonina pelas terminações nervosas. É uma medicação com poucos efeitos colaterais. Indicações Tratamento da depressão e abuso de álcool. Nomes comerciais CIPRAMIL® &#8211; (SCHERING PLOUGH) Composição: Cada comprimido de CIPRAMIL contém: citalopram 20mg PROCIMAX® &#8211; (LIBBS) Composição: Cada comprimido de PROCIMAX contém: citalopram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-338" title="citalopram" src="http://www.depressao.net/wp-content/uploads/2010/06/citalopram-150x150.jpg" alt="citalopram" width="150" height="150" />O que é?</em></p>
<p>Citalopram é um antidepressivo que inibe a recaptação de serotonina pelas terminações nervosas. É uma medicação com poucos efeitos colaterais.</p>
<p><em>Indicações</em><br />
Tratamento da depressão e abuso de álcool.<em></em></p>
<p><em></p>
<p>Nomes comerciais</em></p>
<p><strong>CIPRAMIL®</strong> &#8211; (SCHERING PLOUGH)<br />
Composição: Cada comprimido de CIPRAMIL contém: citalopram 20mg</p>
<p><strong>PROCIMAX®</strong> &#8211; (LIBBS)<br />
Composição: Cada comprimido de PROCIMAX contém: citalopram 20mg</p>
<p><span id="more-337"></span></p>
<p><em>Dose</em></p>
<p>A dose como antidepressivo deve ser adaptada individualmente. A dose média aconselhada é de 20mg/dia até um máximo de 60mg/dia. Em indivíduos idosos ou debilitados a dose inicial é de 20mg/dia e a máxima é de 40mg/dia. Adulto. Abuso de álcool: via oral, 40mg diários.<em></em></p>
<p>Como é uma medicação que pode causar problemas no sono<a title="Sono" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sono"></a> é recomendável que seja administrada pela manhã. Para os pacientes que sentem sono recomenda-se a tomada pela noite.</p>
<p><em>Principais efeitos colaterais</em><br />
Sudorese, boca seca, náuseas, cefaléia, alterações do sono, nervosismo, ansiedade, sensação de cansaço, tonteiras, visão embaçada. <em></em></p>
<p><em>Precauções</em><br />
Evitar dirigir veículos ou manusear máquinas perigosas e a ingestão de álcool.</p>
<p><em>Contra-indicações</em><br />
Os pacientes que estejam recebendo IMAO devem suspendê-lo durante 14 dias quando se utiliza citalopram. Menores de 12 anos. Gravidez e lactação. Hipersensibilidade ao fármaco.</p>
<p><em>Superdose</em><br />
Quando o citalopram foi ingerido sem outros medicamentos associados, os sinais e sintomas observados foram: sonolência, coma, crise convulsiva, taquicardia sinusal, ritmo juncional, sudorese, náuseas, vômitos, cianose, hiperventilação. Não há nenhum caso descrito de óbito. Conduta: não há nenhum tratamento específico.</p>
<p>A conduta é sintomática e de suporte. Lavagem gástrica deve ser feita precocemente. As vias aéreas devem ser previamente mantidas. Caso necessário realizar entubação orotraqueal. Administrar oxigênio em caso de hipóxia e diazepam, caso ocorram convulsões. O paciente deve permanecer sob observação médica pelo menos por 24 horas.</p>
<p><strong><br />
</strong><strong><em>Considerações importantes</em></strong><strong><br />
</strong>Apesar de não se ter identificado nenhum problema quanto à formação do feto, é preferível evitar seu uso, quando possível, durante o primeiro trimestre de gestação.<em></em></p>
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		<title>Antidepressivos Atípicos</title>
		<link>http://www.depressao.net/antidepressivos-atipicos.html</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São os antidepressivos que não se caracterizam como Tricíclicos, como ISRS e nem como Inibidores da MonoAminaOxidase (IMAOs). Alguns atípicos, como é o caso da Tianeptina, embora sejam serotoninérgicos, não inibem a recaptação da Serotonina no neurônio pré-sináptico, mas, induzem sua recaptação pelos neurônios da córtex, do hipocampo e do sistema límbico. Outros atípicos são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-333" title="antidepressivos_atipicos" src="http://www.depressao.net/wp-content/uploads/2010/06/antidepressivos_atipicos-150x150.jpg" alt="antidepressivos_atipicos" width="150" height="150" />São os antidepressivos que não se caracterizam como Tricíclicos, como ISRS e nem como Inibidores da MonoAminaOxidase (IMAOs).</p>
<p>Alguns atípicos, como é o caso da Tianeptina, embora sejam serotoninérgicos, não inibem a recaptação da Serotonina no neurônio pré-sináptico, mas, induzem sua recaptação pelos neurônios da córtex, do hipocampo e do sistema límbico.</p>
<p>Outros atípicos são inibidores da recaptação de Serotonina e Norepinefrina, alguns inibindo também, a recaptação de dopamina. É o caso da Venlafaxina, da Mirtazapina.</p>
<p>Alguns aumentam a transmissão noradrenérgica, através do antagonismo de receptores a2 (pré-sinápticos) no sistema nervoso central, ao mesmo tempo em que modulam a função central da serotonina por interação com os receptores 5-HT2 e 5-HT3, como é o caso da Mirtazapina.</p>
<p><span id="more-332"></span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="80%">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="284" valign="top">
<p align="center"><strong>ANTIDEPRESSIVOS ATÍPICOS</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="143" valign="top"><strong>Nome   Químico</strong></td>
<td width="143" valign="top"><strong>Nome   Comercial</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="text-decoration: underline;">FLUVOXAMINA</span></td>
<td>Luvox</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="text-decoration: underline;">MIANSERINA</span></td>
<td>Tolvon</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="text-decoration: underline;">MIRTAZAPINA</span></td>
<td>Remeron</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="text-decoration: underline;">REBOXETINA</span></td>
<td>Prolift</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="text-decoration: underline;">TIANEPTINA</span></td>
<td>Stablon</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="text-decoration: underline;">TRAZODONA</span></td>
<td>Donaren</td>
</tr>
<tr>
<td width="142" valign="top"><span style="text-decoration: underline;">VENLAFAXINA</span></td>
<td width="143" valign="top">Efexor</td>
</tr>
<tr>
<td width="142" valign="top"><span style="text-decoration: underline;">DULOXETINA</span></td>
<td width="143" valign="top">Cymbalta</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As melhoras sintomáticas poderão ser observadas a partir do 3º ao 5º dias e sobre o sono REM a partir do 20º dia de tratamento em posologia suficiente.</p>
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		</item>
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		<title>Inibidores Seletivos de Recaptação da Serotonina (ISRS)</title>
		<link>http://www.depressao.net/inibidores-seletivos-de-recaptacao-da-serotonina-isrs.html</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O efeito antidepressivo dos ISRS parece ser conseqüência do bloqueio seletivo da recaptação da serotonina (5-HT). A fluoxetina foi o primeiro representante dessa classe de antidepressivos. As doses dos ISRS devem ser individualizadas para cada paciente. Indicação: - transtornos depressivos - transtorno obsessivo- compulsivo (TOC) - transtorno do pânico - transtornos fóbico-ansiosos - neuropatia diabética [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-329" title="serotonina" src="http://www.depressao.net/wp-content/uploads/2010/06/serotonina-150x150.gif" alt="serotonina" width="150" height="150" />O efeito antidepressivo dos ISRS parece ser conseqüência do bloqueio seletivo da recaptação da serotonina (5-HT).</p>
<p>A fluoxetina foi o primeiro representante dessa classe de antidepressivos.</p>
<p>As doses dos ISRS devem ser individualizadas para cada paciente.</p>
<p>Indicação:</p>
<p>- transtornos depressivos</p>
<p>- transtorno obsessivo- compulsivo (TOC)</p>
<p>- transtorno do pânico</p>
<p><span id="more-328"></span></p>
<p>- transtornos fóbico-ansiosos</p>
<p>- neuropatia diabética</p>
<p>- transtornos alimentares</p>
<p>- dor de cabeça tensional crônica</p>
<p>Efeitos colaterais:</p>
<p>- falta de apetite</p>
<p>- insônia</p>
<p>- diminuição da libido</p>
<p>- náuseas</p>
<p>- agressividade</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="95%">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="540" valign="top">
<p align="center"><strong>ANTIDEPRESSIVOS ISRS</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Nome   Químico</strong></td>
<td><strong>Nome   Comercial</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>CITALOPRAM</td>
<td>Cipramil,   Parmil</td>
</tr>
<tr>
<td>FLUOXETINA</td>
<td>Daforim,   Deprax, Fluxene, Nortec, Prozac, Verotina</td>
</tr>
<tr>
<td>NEFAZODONA</td>
<td>Serzone</td>
</tr>
<tr>
<td>PAROXETINA</td>
<td>Aropax,   Pondera, Cebrilin</td>
</tr>
<tr>
<td>SERTRALINA</td>
<td>Novativ,   Tolrest, Zoloft</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Inibidor da Monoamina Oxidase</title>
		<link>http://www.depressao.net/inibidor-da-monoamina-oxidase.html</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os inibidores da monoamina oxidase (IMAO) são uma classe de fármacos que atuam bloqueando a ação da enzima monoamina oxidase. Eles promovem o aumento da disponibilidade da serotonina através da inibição dessa enzima responsável pela degradação desse neurotransmissor intracelular. A monoaminoxidase (MAO) é uma enzima envolvida no metabolismo da serotonina e dos neurotransmissores catecolaminérgicos, tais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-326" title="monoamina_oxidade" src="http://www.depressao.net/wp-content/uploads/2010/06/monoamina_oxidade-150x150.png" alt="monoamina_oxidade" width="150" height="150" />Os inibidores da monoamina oxidase (IMAO) são uma classe de fármacos que atuam bloqueando a ação da enzima monoamina oxidase.</p>
<p>Eles promovem o aumento da disponibilidade da serotonina através da inibição dessa enzima responsável pela degradação desse neurotransmissor intracelular.</p>
<p>A monoaminoxidase (MAO) é uma enzima envolvida no metabolismo da serotonina e dos neurotransmissores catecolaminérgicos, tais como adrenalina, noradrenalina e dopamina.</p>
<p>Os antidepressivos IMAOs são inibidores da MAO e, havendo uma redução na atividade MAO, produz-se um aumento da concentração destes neurotransmissores nos locais de armazenamento, em todo o SNC ou no sistema nervoso simpático.</p>
<p><span id="more-325"></span><br />
Indicação:</p>
<p>- depressão maior</p>
<p>- sintomas depressivos que não respondam ao tratamento com outros antidepressivos</p>
<p>Efeitos colaterais:</p>
<p>- Sedação</p>
<p>- Confusão</p>
<p>- Perda da coordenação motora precisa</p>
<p>- Tremores</p>
<p>- Excitação</p>
<p>- Convulsões</p>
<p>- Ganho de peso</p>
<p>- Hipotensão postural</p>
<p>- Boca seca</p>
<p>- Obstipação</p>
<p>- Retenção urinária (em menor grau que tricíclicos)</p>
<p>Exemplos:</p>
<p>- TRANILCIPROMINA: Parnate, Stelapar</p>
<p>- MOCLOBEMIDA: Aurorix</p>
<p>- SELEGILINA: Elepril, Jumexil</p>
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		<item>
		<title>Antidepressivos Tricíclicos</title>
		<link>http://www.depressao.net/antidepressivos-triciclicos.html</link>
		<comments>http://www.depressao.net/antidepressivos-triciclicos.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os primeiros tricíclicos foram desenvolvidos em 1949 para o tratamento das psicoses, mas não foram eficazes, começando a serem utilizados como antidepressivos na década de 1950. Seu nome devido a presença de três anéis de átomos. As diferenças entre os diversos tricíclicos decorre de pequenas mudanças nessa cadeia lateral e da presença ou não do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-322" title="antidepressivos_triciclicos" src="http://www.depressao.net/wp-content/uploads/2010/06/antidepressivos_triciclicos-150x150.jpg" alt="antidepressivos_triciclicos" width="150" height="150" />Os primeiros tricíclicos foram desenvolvidos em 1949 para o tratamento das psicoses, mas não foram eficazes, começando a serem utilizados como antidepressivos na década de 1950.</p>
<p>Seu nome devido a presença de três anéis de átomos. As diferenças entre os diversos tricíclicos decorre de pequenas mudanças nessa cadeia lateral e da presença ou não do nitrogênio no anel do meio.</p>
<p>Eles bloqueiam os transportadores membranares dos neurônios pré-sinápticos que recolhem monoaminas neurotransmissoras do exterior (ou seja, da sinapse) e, portanto maximizam a duração da sua ação nos neurônios pós-sinápticos, ao permitir que atuem na biofase durante mais tempo.</p>
<p>A maioria dos tricíclicos bloqueia os transportadores de noradrenalina, dopamina e serotonina.</p>
<p><span id="more-321"></span><br />
<strong>Indicação:</strong></p>
<p>- depressão crônica ou profunda</p>
<p>- fases depressivas na doença bipolar</p>
<p>- tratamento de dor neuropática</p>
<p><strong>Efeitos colaterais:<br />
</strong><br />
- retenção urinária</p>
<p>- boca seca</p>
<p>- obstipação</p>
<p>- dificuldade de concentração e aprendizagem</p>
<p>- visão com acuidade diminuída</p>
<p>- mania</p>
<p>- aumento da freqüência cardíaca</p>
<p>- diminuição da libido</p>
<p>- sonolência</p>
<p>- tremores finos</p>
<p>- sudorese</p>
<p>A intensidade dos efeitos colaterais varia de pessoa para pessoa e tende a se reduzir no espaço compreendido entre 3 e 15 dias. Na maioria das pessoas ela cai a nível suportável e não chega a perturbar as atividades diárias. Entretanto, em algumas pessoas a intensidade permanece alta e, em tais casos, o melhor é retirar o medicamento.</p>
<p>Parece que o uso prolongado desses medicamentos pode trazer algumas alterações irreversíveis e que se instalam de forma imperceptível. Exemplo: hipotiroidismo. Daí a conveniência de controle periódico com o médico e avaliação geral do organismo.</p>
<p>Exemplos de antidepressivos tricíclicos</p>
<p>Amitriptilina: Amytril, Tryptanol</p>
<p>Clomipramina: Anafranil</p>
<p>Imipramina: Imipra, Tofranil</p>
<p>Nortriptilina: Pamelor</p>
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