A depressão nos idosos depende da interação entre fatores ambientais, constitucionais, biológicos e suporte social.
Fatores desencadeantes
- Sentimentos como proximidade da morte
- Ansiedade
- Irritabilidade
- Sensação de inutilidade e insuficiência
- Início da última etapa da vida
- Sensações de perda de estatus ocupacional e econômico
- Aparecimento de fenômenos degenerativos ou doenças físicas
- Luto
- Restrições das atividades sociais
- Necessidade de hospitalização
- Alterações na aparência física
Sintomas
- Queixas ou evidência de diminuição na capacidade de concentração
- Perda de prazer nas atividades cotidianas
- Aumento ou diminuição do apetite
- Diminuição da energia
- Lentificação ou agitação psicomotora
- Perda de interesse
- Aumento ou diminuição do sono
- Sentimentos de reprovação ou culpa de si mesmo
- Sensação contínua de fatiga ou cansaço
- Perda de prazer nas relações sociais
- Alterações no funcionamento cotidiano (interação social, nível de atividade e busca de ajuda profissional), como causa ou conseqüência da depressão
- Sentimento de estado de ânimo diminuído
- Idéias de suicídio
- Perda da auto-estima
Tratamento
- Psicoterapia
- Medicamentos
- Grupos da 3ª idade
Outras informações
- Estima-se que cerca de 15% de idosos apresentem alguns sintomas depressivos e cerca de 2% deles tenham depressão grave
- O idoso passa por circunstâncias específicas em razão do avanço da idade e das conseqüências que ele acarreta
- Ainda há uma visão negativa do envelhecimento
- O processo de envelhecimento pode mascarar e dificultar o diagnóstico de depressão
- Um fator psicológico preponderante para o bom envelhecimento é manter o convívio social
- A utilização de terapias farmacológicas deve ser bem orientada